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Imagem ilustrativa de um celular com agente de inteligência artificial.

Celular que faz tarefas sozinho? A corrida pelos agentes de IA

A próxima evolução dos celulares pode ser menos sobre especificações e mais sobre a capacidade de executar tarefas. Empresas como ZTE, StepFun e Honor estão apresentando conceitos de smartphones com agentes de inteligência artificial capazes de interagir com diferentes aplicativos.

O que muda em relação a um assistente tradicional

Um assistente convencional normalmente responde a uma pergunta ou abre um aplicativo. Um agente de IA tenta completar um objetivo: procurar um produto, comparar informações, preencher dados e seguir etapas em diferentes serviços.

Na prática, isso pode significar pedir ao celular para pesquisar uma viagem, organizar os resultados e preparar uma reserva. O agente precisaria interpretar a solicitação, navegar pelas telas e lidar com informações pessoais.

Os riscos do modelo

Quanto mais autonomia o celular recebe, maior é a responsabilidade sobre permissões e privacidade. Um erro de interpretação pode levar a uma compra indevida, ao envio de uma mensagem errada ou ao compartilhamento de dados com um serviço externo.

Por isso, a adoção desses aparelhos dependerá de confirmações antes de ações sensíveis, histórico de atividades e controles claros. A tecnologia é promissora, mas ainda precisa provar que consegue ser útil sem se tornar imprevisível.

Fonte consultada: DigiTimes.